quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Chefe, temos um PROBLEMA ! E agora ?

PROBLEMA : Tenho trabalhado e muito este Tema, esta palavra tão temida nas empresas brasileiras.

Muitas pessoas fogem dele e também reclamam pelos corredores da empresa as dificuldades que ela traz. Mas acredito que parte dos rendimentos (salario) que os funcionários recebem estão relacionados a ela, isto é, para resolver os PROBLEMAS.

Concordo que deveriamos planejar com mais qualidade, para que os problemas não acontecessem, mas sabemos que na prática as coisas não funcionam bem assim, isto é os PROBLEMAS aparecem e um profissional extraordinário devera está preparado para resolve-los.

Acredito que você pode encarar essa palavra como uma oportunidade, pois se você for o canal de solução de um PROBLEMA, não tenha duvida que você será destacado por isto, pois você será uma pessoa que resolve situações complexas.

Uma dica valiosa, caso você tenha que ser a pessoas que vai informar um PROBLEMA para a gerencia ou diretoria da empresa, leve junto três possiveis soluções, pois isto mostrará a sua preocupação e comprometimento com a organização e não ficará com a fama de ser a " pessoa dos problemas".

Caso você seja um gestor, também tenho uma estratégia interessante para fazer o seu pessoal ser mais proativo quando aparecem os PROBLEMAS. Quando o seu liderado for lhe apresentar uma situação problemática, convide-o a voltar e pensar em três possiveis soluções para aquilo que ele está lhe falando.

Através deste método, você cria um novo hábito na sua equipe, isto é, de não apenas trazer problemas, mas também as soluções. Na verdade com o tempo as pessoas param de lhe procurar com problemas e passam a apresentar situações já resolvidas conforme a capacidade que cada liderado possui. A maioria das vezes elas sabem resolver estas situações, mas a falta de confiança em si mesmo ou até a "preguiça de pensar" as impedem de refletir e entrar em ação para encontrar as soluções mais adequadas.

PROBLEMAS foram feitos para serem resolvidos e através do conhecimento, criatividade e força de vontade qualquer pessoa pode resolvê-los e aproveitá-las para se destacar na organização.

Pensen nisso e Sucesso
Um forte abraço
Cristiano Pereira

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A equipe está um caos? Troque o técnico!!


Problemas? Troque o técnico!

Se as coisas na equipe não andam bem, esta estratégia pode ser útil

VOCÊ SABE POR QUE OS TIMES DE FUTEBOL TROCAM TANTO DE TÉCNICO?
Porque precisam obter resultados, pois os resultados são o combustível de um time de futebol. E a exigência de resultados, no futebol, é cruel: não basta ser bom, é necessário ser o melhor. A torcida não deixa por menos.

Nas empresas modernas, há cobrança é cada vez maior pela obtenção de resultados, e de forma cada vez mais rápida. Assim segue por todos os setores que movimentam a economia inclusive o mercado em que atuo. Todos de uma forma geral têm dificuldade de atender a essas exigências.

O empacotamento de processos operacionais das empresas em sistemas corporativos, com a alocação de recursos humanos organizados como equipes mistas de desenvolvimento/manutenção são, de certa forma, responsáveis por essa dificuldade que temos de ser ágeis no atendimento às demandas.

Valorizamos a estabilidade da equipe, o acúmulo de conhecimentos quanto ao aspecto negocial, e normalmente elegemos como líderes pessoas com um grande conhecimento da área de negócios.

Em nosso modelo, com o passar do tempo, começamos a ficar excessivamente comprometidos com a necessidade de manutenção de programas (diga-se conserto) e melhorias (diga-se adaptação), e não temos como investir em um aprimoramento maior. Nossos sistemas começam a se tornar “Frankenstein” tecnológico, o tempo se torna cada vez mais insuficiente, os resultados mais lentos e insatisfatórios, a qualidade insuficiente, e assim vamos precisando de mais e mais recursos, e com isso tudo, a relação custo-benefício vai para o espaço.

Mas e daí? A solução então é trocar o “técnico”?

Não existem receitas milagrosas, daquelas que curam todos os males. Cada caso é um caso, mas um fato é único: precisamos parar, de vez em quando, para nos conscientizarmos da realidade, questionar paradigmas, e analisar alternativas. De minha parte, costumo usar uma estratégia mental que normalmente me leva a provocar mudanças e a conseguir obter resultados rápidos. Isto se torna ainda mais interessante em um contexto em que estes resultados não estão sendo esperados pela Empresa, neste momento. Podem estar sendo cobrados, mas dificilmente esperados. Trata-se, realmente, de trocar o técnico, só que há um aspecto interessante: o técnico sou eu mesmo.

Recentemente, passei por uma situação em que me sentia muito pressionado pelos problemas, demandas reprimidas e cobranças. Percebia que a equipe estava no “gargalo”, sem ter como produzir mais, e ainda por cima, havia perdido para o mercado alguns dos melhores recursos da equipe.

Aparentemente, o caos estava instalado. Então, resolvi trocar o técnico. Foi até simples, pois afinal, dependia mais era de mim mesmo.

E como isso custa muito pouco, e traz resultados bastante positivos, resolvi compartilhar com vocês o método que uso, para que o experimentem e sintam os resultados que podem obter. Uso de um artifício simples.

Abstraio-me da realidade, e gasto algum tempo observando a situação (a equipe trabalhando, o comportamento individual, o contexto, a lista de pendências...) como se eu estivesse chegando agora, e fosse liderar este grupo. Procuro, então, visualizar o atual líder (que sou eu mesmo), analisar seus erros e acertos, tentando entender porque ele (uma pessoa tão inteligente!) se comporta como um cachorro correndo atrás do rabo.

Visualizo, então, o que a Empresa espera desta área, e imagino o que eu, como futuro líder, exigiria para aceitar entrar nessa fria (de administrar essa área). E qual será minha proposta de trabalho e quais os erros que devo evitar, para que eu consiga obter os resultados que a empresa espera, e saia do outro lado com a imagem de líder super competente, e reconhecido por todos.

Pronto: agora, é colocar a idéia no papel, gastar um pouco de energia revisando-a e planejando exaustivamente os detalhes, e virar a mesa. Quer dizer, trocar o técnico. E que significa, na realidade, mudar completamente a minha postura e minha forma de administrar a área.

A grande vantagem deste processo é que depende exclusivamente de mim mesmo, e se baseia exclusivamente na quebra de paradigmas e de vícios de trabalho. Além disso, como se trata de mudança radical, e visando um objetivo nobre e corporativo, que é a obtenção de melhores resultados com um menor custo, torna-se fácil negociar uma trégua e até um período de carência com as áreas demandantes.

E se, de qualquer forma, este método não puder ser aplicado integralmente no seu caso, pelo menos lhe trará uma maior consciência do ambiente e da estrutura de trabalho, e lhe permitirá planejar melhor seus próximos passos. E o que é mais importante: conhecer melhor a forma como a empresa e os outros vêem o seu trabalho.


Um forte abraço à todos e Sucesso

Cristiano Pereira.

domingo, 5 de setembro de 2010

Como evitar as fofocas no ambiente organizacional.


Muitos conflitos organizacionais ocorrem, na maioria das vezes, a partir de pequenos comentários que as pessoas fazem. E quando esses boatos começam a percorrer os corredores da empresa, geralmente causam desconforto e isso pode culminar nas conhecidas fofocas, que por sinal, são primas em primeiro grau dos conflitos. Por isso, não custa se proteger. Evite completamente a dar margens a determinados comentários que em nada acrescentam valor ao seu desenvolvimento. Abaixo, seguem algumas dicas que podem ser usadas no dia-a-dia e tornar o clima organizacional saudável.

1 - Ao ouvir um boato no ambiente de trabalho não repasse adiante. Se o assunto o deixou preocupado, converse com seu gestor ou mesmo com um dos profissionais que atuam na área de Gestão de Pessoas.

2 - Se no momento do cafezinho, algum comentário inconveniente surgir à melhor alternativa é sair discretamente e não dar "mangas" para que o assunto se estenda.

3 - Caso alguém o procure para saber se uma "fofoca" tem fundamento, responda serenamente que você não tem conhecimento sobre o assunto e logo "puxe" outro assunto para conversar.

4 - Ao participar de alguma conversa, tome cuidado para não dar início a um boato sobre um colega de trabalho ou mesmo em relação a algum assunto relacionado à empresa. Lembre-se que fofocas causam estragos e você também pode ser prejudicado, já que contribuiu para o "disse me disse".

5 - Evite piadas que envolvam colegas de trabalho, pois geralmente isso pode abalar o convívio harmônico dos membros da equipe.

6 - Nunca faça comentários sobre a vida pessoal de terceiros. Respeite a diversidade e foque nas atividades da organização.

7 - Caso você precise desabafar algum problema seu, escolha uma pessoa em quem você confia, bem como o local e fora do horário de trabalho.

8 - Sempre há o que fazer em uma organização. Se o seu tempo parece vago, aproveite o momento para o seu desenvolvimento.

9 - À empresa também cabe a responsabilidade de combater a fofoca. A "vacina" nesse caso é adotar uma política de comunicação interna clara e eficaz.

10 - Se você é gestor e percebeu que algum boato percorre entre os membros de sua equipe, averigúe o que está ocorrendo. Para isso, uma conversa individual e totalmente discreta com os subordinados pode evitar problemas futuros.

Seguindo essas recomendações e usando da ética e dos bons costumes, com certeza você terá um ambiente profissional de maior eficiência e eficácia.'.

Um forte abraço e Sucesso à todos.
Cristiano Pereira

domingo, 22 de agosto de 2010

Boas Práticas Financeiras !!

Administrar, administrar, administrar...

O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem. Ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você.

Administrar é... Fazer o seu dinheiro trabalhar para você tanto quanto você trabalha para ele.



Independência financeira NÃO esta associada a diferenças de educação, de inteligência, de talento, de oportunidades, quantidade de horas de trabalho, de contatos, de sorte, escolha de empregos, negócios ou investimentos.

A independência financeira esta associada a ato de Administrar.

Durante toda a vida, nos deparamos com muitas escolhas e decisões em nossas finanças. Para alguns de nós, o processo de tomar decisões é, na melhor das hipóteses, acidental. Mesmo assim, analisar a situação, identificar escolhas e tomar decisões fundamentadas são processos que podem ser aprendidos e praticados.


Dissocie a palavra ADMINISTRAR da sensação de restrição, e pense no que pode alcançar com uma ADMINISTRAÇÃO eficiente.


Controlar suas finanças deve ser um hábito.


Não com o objetivo de restringir seus sonhos de consumo, mas sim de convidá-lo a planejar melhor a realização da cada um deles, gastando o seu dinheiro de maneira mais inteligente e equilibrada. Você se surpreenderá com os resultados!

Que tal então pensar em administrar como uma ferramenta SUPER amigável que auxilie você a adotar e ter uma vida financeiramente mais responsável? Comece já!

  1. Para que você usa o seu dinheiro?
  2. No futuro, em que você acha que vai gastar o seu dinheiro?
  3. Antes de pagar suas despesas fixas, você sai comprando coisas supérfluas?
  4. Você economiza algum dinheiro todo mês?
  5. Sua situação atual não lhe permite reservas?
  6. Falta dinheiro às vezes?
  7. Você acha mais fácil ganhar dinheiro ou gastar dinheiro?

As questões acima de um modo geral são fáceis de responder, o difícil é responder:

  1. Quanto % de despesa com telefone você tem no mês em relação a sua receita?
  2. E com o carro, quanto?
  3. Quanto você paga de pedágio, gasolina, alimentação, transporte...
  4. Na semana?
  5. No mês?
  6. No ano?
  7. Esta semana quanto de despesa você já teve?
  8. No mês?
  9. No ano?
  10. Na próxima segunda-feira como esta a sua situação entre créditos e débitos?
  11. Considerando suas despesas fixas e variáveis, no dia 11 de setembro como estará à situação da sua receita x despesa?
  12. Daqui dois meses quanto você pode comprometer da sua receita, e seis meses?

Os benefícios da informação:

  • O poder de determinar suas metas pessoais à longo prazo.
  • Criar orçamentos, plenos e tranqüilos.
  • O poder de determinar quais despesas são necessidades e quais são supérfluos.
  • Foco nas despesas/consumos, saber o que pode ser reduzido ou eliminado.
  • Acompanhar o sucesso do seu progresso rumo às metas de longo prazo.
  • Prospectar objetivos financeiros de sua vida.
  • Vislumbre o dinheiro, saiba quais os caminhos que a sua receita percorre.
  • Monitore sua situação financeira.
  • Proteja-se contra as conseqüências financeiras de eventos imprevistos.

Observe o óbvio:

Se houver mais débitos do que crédito, contraímos uma dívida.

Se os créditos forem iguais ou maiores que os débitos, estamos á caminho da independência financeira.

Não procrastine, comece já!

Administrar a vida financeira exige disciplina.

Os resultados da administração financeira são visíveis e influenciam no dia-a-dia de nossa vida.


"Por meio de coisas pequenas e simples, as grandes são realizadas" ( Alma 37:6-7 )


Pergunta:Porque administrar minhas finanças?


Resposta:O primeiro elemento da mudança é a conscientização, você não pode modificar uma coisa cuja existência você ignora.


A administração das finanças é o diferencial entre sonhadores e realizadores.


A administração financeira pode fazer mais por suas finanças do que 30 anos de trabalho.

Com administração financeira o sucesso não é mero acaso.



Amigos leitores Sucesso Rumo à Saúde Financeira



Um forte Abraço

Cristiano Pereira

domingo, 27 de junho de 2010

Sua equipe é Intra-empreendedora?

O Intra-empreendedorismo também chamado de empreendedorismo corporativo é uma estratégia inteligente, que promove a inovação no interior das organizações. Empresas com ou sem fins lucrativos, para se tornarem inovadoras precisam despertar o espírito empreendedor em todos os seus funcionários. No entanto, algumas medidas precisam ser implementadas como: reduzir a burocracia, eliminar a hierarquia, e ao mesmo tempo provocar um forte envolvimento da alta direção, reconhecendo e recompensando aqueles empregados mais criativos e inovadores.

Intra-empreendedores são todos os sonhadores que realizam, que assumem a responsabilidade pela criação de inovações de qualquer espécie dentro da organização.

O intraempreendedor pode ser o criador ou o inventor, mas é sempre o sonhador que concebe como transformar uma idéia em uma realidade lucrativa ( Pinchot, 1989, p.9). " “A inovação tem origem na idéia iluminada de alguém que teve uma atitude empreendedora”.

Pinchot(1970) estudou a relação direta que existe entre as empresas inovadoras e as atitudes empreendedoras de seus empregados. Intra-empreendedor é aquele empregado que pensa na empresa com se fosse sua, empregado com cabeça de dono, com liberdade para inovar e implementar mudanças.

Intra-empreendedores desenvolvem competências técnicas, que consiste no pleno conhecimento do setor, conhecimento dos produtos,serviços e dos mercados.

Intra-empreendedores desenvolvem competências conceituais, que compreende o pensamento visionário, e tem grande capacidade analítica.

Intra-empreendedores desenvolvem competências genéricas, com grande capacidade de comunicação, gerenciamento de risco, negociação e habilidades de relacionamento.

As organizações que mais inovam são também aquelas que mais incentivam as boas idéias de seus funcionários. Para se tornar inovadora, a empresa precisa despertar atitudes empreendedoras em todos os seus colaboradores, em diferentes níveis, integrando as áreas de trabalho, com o apoio da direção, recompensando os empregados mais criativos e as idéias implementadas.

Pesquisam indicam que pessoas com perfil empreendedor, por natureza representam cerca de 15% dos funcionários de uma empresa.

O que muda?

Na organização tradicional, os resultados pertencem à empresa, e o modelo de gestão ainda é Taylorista, hierárquico, rígido e burocrático. O empregado pensa como empregado, acomodado, tarefeiro, é o empregado função: " todo dia ele faz tudo sempre igual"...e sacode às seis horas da manhã...

Na organização intra-empreendedora, os resultados são distribuídos entre os funcionários, e o modelo de gestão é participativo, democrático, autônomo e tem muita sinergia. O empregado pensa com cabeça de dono , " vem vamos embora que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer...". É o empregado carreira, inovador, aquele na medida em que considera sua idéia boa, não desiste facilmente.

Como dizia Ford: " na minha organização abomino dois tipos de empregado: aqueles que não fazem o que lhes é pedido. E aqueles que fazem somente aquilo que lhes é pedido".

Sabiamente o inventor do automóvel, e da linha de montagem, queria dizer simplesmente: se o empresário deseja tornar sua empresa inovadora, por favor, promova a cultura empreendedora entre seus colaboradores. Consulte um Coach para desenvolver habilidades de uma equipe Intra-empreendedora.

Um forte abraço
Sucesso

Cristiano Pereira

domingo, 11 de abril de 2010

Trabalho em equipe: Como propulsor do processo de melhoria da qualidade nas organizações.

Este artigo, tem como objetivo chamar atenção para o papel fundamental da liderança, na transformaçao das equipes de alta performance, focando de uma forma bem clara e objetiva o processo de melhoria continua no sistema de qualidade (SQT).

Rangel(1995), ressalta que, em muitas empresas, não há equipes de trabalho, mas verdadeiros bandos, realizando trabalhos sem nenhuma sinergia. Transformar bandos em equipes é uma forma eficiente de criar sinergia e maximizar os esforços individuais. Uma forma de tornar os funcionários mais comprometidos com os resultados é fazer com que eles participem do processo de decisão. Assim, os mesmos se mobilizam mais em função dos objetivos da empresa. Para tanto, recorre-se á liderança participativa que se trata de uma mudança de atitude na comunicação, estimulando a participação dos funcionários.

Os lideres devem buscar o comprometimento de todos no processo rumo à excelência do desempenho. Este sistema promove a lealdade e o trabalho em equipe baseada nos valores e na busca do atendimento dos propósitos comum. Encoraja e apóia a iniciativa a criatividade e o gerenciamento dos riscos.

Armand (1991) destaca que a qualidade é, em essência, o resultado do trabalho humano, trabalho este individual e de equipe. É fundamental para a qualidade uma boa gestão de liderança de pessoas na mobilização destas, no conhecimento, nas habilidades e atitudes de todos da organização.

O processo de melhoramento da equipe é um evento de aprendizagem e que, se todos da empresa participassem de uma equipe ao mesmo tempo, não mais ocorreria problemas de comunicação. Quando as palavras usadas são imprecisas, existe confusão e diluição dos esforços. Desta forma, há necessidade de se utilizar requisitos adequados juntamente com os significados tangíveis a todos. É essencial que as empresas mudem sua cultura para melhor, de maneira permanente. Assim, a melhoria da qualidade em todos os aspectos torna-se duradoura.

Cada vez mais o trabalho em equipe é valorizado. Porque ativa a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual, já que "1+1= 3".

Por tudo isto aqui ficam dez dicas para trabalhar bem em equipe.

1. Seja paciente
Seja moderado na exposição de seus pontos de vista e ouça os integrantes de sua equipe. Aja sempre com respeito ao próximo, mesmo não concordando com a opinião dele.

2. Aceite as idéias dos outros
Seja humilde em aceitar outras opiniões. Não imponha suas idéias, conceitos e preconceitos. Lembre-se que o objetivo é conseguir atingir a meta.

3. Não critique os colegas
Tenha diplomacia em lidar com conflitos e não critique o indivíduo, você pode discordar de suas opiniões, mas não pode agredir a pessoa. Sempre avalie as idéias propostas antes de tecer um comentário e seja polido e tenha argumentos.

4. Saiba dividir
Não queira ser mandão. Divida as tarefas por talentos e competências, não por coleguismo ou corporativismo.

5. Trabalhe
Não é por trabalhar em equipe que deve esquecer suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

6. Seja participativo e solidário
Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

7. Dialogue
Ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

8. Planeje
Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

9. Evite cair no "pensamento de grupo"
Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogêneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar.

10. Aproveite o trabalho em equipe
Afinal o trabalho de equipe, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais perto de seus colegas, e também de aprender com eles.



Referêncas Bibliográficas.
Armand Vallin Feigenbaum, Total quality control. Mcgraw-Hill, 1991.
Alexandre Rangel, Momento da qualidade. São Paulo: Atlas,1995.
imagem em: http://melhoragora.org/.









Fatores para se Tonar um Franqueado de Sucesso !

A busca pelo próprio negócio tem levado alguns investidores a optarem pelo sistema de franquias e embora as estatísticas apontem que é bem mais seguro investir em uma franquia do que montar um negócio por conta própria, o processo de escolha da marca a ser adquirida deve ser muito bem avaliado por todos aqueles que desejam investir no mercado de franchising.

Aqui vai uma pequena lista com alguns fatores relevantes, antes e depois da escolha da franquia, e que podem contribuir para que você se torne um franqueado de sucesso.

Fonte: excelenciaglobal.com


1°) Pesquise bem a empresa franqueadora, o produto, analise a história da rede, os instrumentos jurídicos, o mercado em que ela se situa, o suporte oferecido pelo franqueador e fale com outros integrantes da rede.

2°) Verifique se as exigências que o negócio requer, combinam com o seu perfil e com a sua disponibilidade de tempo para se dedicar ao negócio.

3°) Obtenha o capital necessário para a implantação da franquia, nunca entre num negócio contando com o resultado imediato para pagamento de empréstimos adquiridos e não se esqueça de incluir o capital de giro no calculo do investimento. Fique atento pois a sobrevivência do negócio franqueado depende muitas vezes deste fator.

4°) Obtenha da franqueadora todas as informações para a captação de um bom ponto comercial e não tenha pressa nesta fase do processo. Lembre-se que 50% do sucesso do seu negócio está no ponto. A maioria das franqueadoras auxiliam o franqueado neste processo.

5°) Olhe para o negócio como um todo, saiba que apesar de obter uma retaguarda e marca forte é o franqueado que deve fazer constar os procedimentos no Ponto de Venda.

6°) Após a aquisição da franquia, siga os manuais da franqueadora. Invista no atendimento, em pessoal qualificado , não descuide da gestão do negócio e invista constantemente no seu marketing local

Resumindo, faça uma análise fria da franquia que deseja adquirir, não se iluda e lembre-se que o risco é inerente a todo o negócio. Mas, se você tiver cautela na hora da escolha, com certeza suas chances de brilhar e se tornar um franqueado de sucesso serão infinitamente maiores.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A importância de uma liderança comprometida

Uma empresa para alcançar níveis elevados de crescimento e sucesso deve ter uma liderança que oriente que tenha base sólida e muito comprometimento, caso contrário muito se perde de um conjunto de recursos em potencial.

As empresas de sucesso são aquelas que cresceram e surpreenderam o mercado com seus produtos e serviços, e normalmente tiveram um líder nato apaixonado pela empresa, pelo seu negócio, com visão, que acreditou no que faziam e conhecia o mercado, e principalmente sua equipe de trabalho, seus colaboradores que constroem a marca o produto, a qualidade o conceito da empresa, da marca, de seus produtos/serviços perante o mercado.

É imensamente relevante parar e analisar fatores internos antes de culpar a economia, o governo, as crises pra justificar o fracasso da empresa. Tem muita empresa perdida sem rumo sem solidez oscilando entre altos e baixos sem saber conduzir o seu negócio e justificando tudo isso por causa de fatores externos. Buscando como saída reduzir custos, só que da pior forma demitindo talentos, cortando investimentos, programas de incentivos criando um clima de incertezas e desmotivação pra quem fica. Justamente em uma época em que se destacam os que mais fortes estiverem.

Em compensação a empresa que tiver uma boa liderança faz disso tudo uma oportunidade, são nestas horas em que as oportunidades aparecem pra quem tiver uma boa visão. Saber conduzir uma equipe com transparência deixando bem claro os objetivos, buscando juntos novas alternativas, todos se sentem valorizados e fortes para um novo desafio, é hora de repensar formas de gerir, reinventar o negócio e valorizar ainda mais quem conhece a empresa os produtos, processos os recursos e transformar tudo isso em um negócio de sucesso.

Saber trabalhar valorizando todos os talentos é bom pra empresa e pra cada um de seus colaboradores, todo mundo sai ganhando.
Vamos olhar um pouquinho para dentro de nossas empresas e vamos ver o que temos e saber utilizar todo esse potencial e não ficar reprimindo a empresa, olhando pela janela e dizendo: a crise vai passar, se não ela passa mesmo, mas passa e derruba quem ficou parado esperando o pior passar.

Lideres façam a diferença em suas empresas.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Para fazer o dinheiro render !

Ações devem continuar em alta. Poupança e fundos vão ficar mais atraentes do que no ano passado.

A Bolsa de Valores brasileira foi de longe o melhor investimento de 2009. Com valorização de 82%, o Ibovespa – índice que reúne a cotação das empresa mais negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) – teve o melhor desempenho desde 2003, primeiro ano do governo Lula que recuperou as perdas com o temor da eleição de 2002.

Apesar de impressionante, o bom desempenho da Bovespa não deve se repetir neste ano. “Estamos otimistas, mas esperamos um crescimento de 25% a 30%”, diz Paulo Petrassi, sócio-gestor da Leme Investimentos.

Apesar da valorização mais modesta, Petrassi acredita que a renda variável vai continuar sendo uma excelente opção para quem investe no longo prazo, com um horizonte de pelo menos dois anos.Adolir Rossi, gerente de investimentos da corretora XP, acredita que a Bovespa possa chegar à casa de 100 mil pontos em 2010, apesar de acreditar na retomada do crescimento da taxa de juros. “A Selic deve voltar a subir em abril, e isso não é bom para o investimento em bolsa. Mas se a euforia inicial se confirmar será um bom ano”, avalia.

Os analistas apostam na alta dos juros. Como o brasileiro deve voltar a consumir mais – e isso deve acontecer em todo o mundo – a expectativa é que a inflação volte a crescer. E o aumento da taxa de juros é um dos instrumentos usados para controlar a alta nos preços.Com isso, os investimentos em renda fixa – como a poupança e os títulos do Tesouro Direto (papeis comprados do governo federal) – tendem a se tornar mais atraentes do que em 2009.

De todas as opções, o que não aparece na recomendação de nenhum analista é o câmbio. Depois de um ano de desvalorização de quase 25%, o dólar caiu no conceito dos especialistas como uma forma de aplicar as economias.

Já o ouro, que chegou a ter 11% de valorização de janeiro a novembro, acabou 2009 com retração de 3,05%. Para Petrassi, o metal precioso só deve ser uma forma de aplicar o dinheiro se houver uma nova crise em 2010. Aí, os investidores costumam buscar socorro em formas mais conservadoras de investimento.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sua equipe é Bola Cheia ou Bola Murcha ?

O que é motivação? Difícil definir com precisão, porém, sabe-se que as pessoas executam alguma ação, porque tem um motivo para tal, o motivo para a ação.

Motivo, cada um tem o seu, pois todos são diferentes. CHIAVENATO (1989) diz que a motivação é um aspecto cognitivo, ou seja, aquilo que as pessoas sabem sobre si mesmas e sobre o ambiente em que vivem, bem como seus valores pessoais e necessidades. Ainda CHIAVENATO (1989, p.99) afirma que:De modo geral, motivo é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem a um comportamento específico. Esse impulso à ação pode ser provocado por um estímulo externo (provindo do ambiente) e pode também ser gerado internamente por processos mentais do indivíduo.

Atualmente, fala-se tanto em liderança e motivação, sem antes entender o que há por traz dessas palavras. Sem esse entendimento, são apenas duas belas palavras. Assim, pode-se inferir de forma consciente da importância de ambas em um contexto organizacional.

Mas, enfim, o que o líder tem a ver com a motivação?”Um líder motiva sim, deve motivar. (…) É obrigação do líder, fazer aflorar em seu colaborador os motivos que ele tem para agir, que estão lá dentro dele, mas adormecidos. E isto não é no geral, é no particular, é um a um. Pessoas não são iguais, têm motivos diferentes. (…) Manter um empregado motivado é uma MISSÃO DIÁRIA, do empresário ou do líder e o resultado de vários fatores. “Manter o empregado motivado, vestindo a camisa da empresa requer conhecimentos de LIDERANÇA do empresário (ou do líder), dar o exemplo – fazer o que fala ser educado, gentil, cortês, cordial, empático sem ser piegas ou falso”. CARVALHO (2001) A preocupação das empresas com a motivação dos seus colaboradores é grande, mas não simplesmente porque ela se preocupa com o bem-estar deles, mas principalmente porque a motivação é um fator que influencia diretamente a produtividade e, conseqüentemente o lucro. À frente disso está o líder, seja ele um gerente, um supervisor, um coordenador, enfim, seja qual for o cargo de liderança que ele ocupar. Ele tem a responsabilidade de manter a motivação dos liderados, e ainda assim, manter-se motivado, porque segundo FILHO (2006), “O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros”. MARTINS (2002) acredita que “as pessoas só podem motivar quando estão motivadas, assim conseguem verdadeiramente expressar o seu valor”. Dois autores que concordam em uma questão: para motivar, é preciso estar motivado. Essa é a árdua tarefa do gestor: motivar e manter-se motivado.

Segundo LAGO (2001), As empresas que descobrirem o segredo de como desenvolver e manter times eficazes sem que os supervisores fiquem desmotivados, e provendo os recursos necessários à excelência do serviço, estarão melhores preparadas para enfrentar as constantes mudanças que continuarão a vir (…). É realmente complicado, por mais que o líder seja bom, ele também tem seus “motivos”, suas aspirações, e algumas situações onde ele se sente insatisfeito com seu trabalho, ou até mesmo problemas na sua vida pessoal, podem resultar em desmotivação e trazer sérias conseqüências para a organização. Manter a motivação é uma virtude, enquanto se vê algum sentido naquilo que se está fazendo.

Assista o video , e promova , equipes de Alta Performance, ou seja, Bola Cheia !!

Um forte abraço e sucesso
Cristiano Pereira

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Finanças Pessoais: Evidências para 2010 .

Com as boas perspectivas da economia brasileira para o ano de 2010 – crescimento de 5%, inflação controlada e mercado de capitais atraindo a atenção de investidores brasileiros –, surge a pergunta: como estarão as finanças das famílias? Existem, no mínimo, seis evidências de que estarão desequilibradas.

Em primeiro lugar, as pesquisas mostram que os consumidores casados lideraram a inadimplência entre os usuários de cheque no Brasil, o que compromete a capacidade de compra das famílias até para atender às necessidades básicas, como alimentação e vestuário.

Em segundo lugar, um estudo da Universidade de Wisconsin com cem famílias, ao analisar os quase 800 casos de conflitos conjugais, concluiu que o dinheiro não foi a fonte mais frequente das brigas em casa. Ficou em sexto lugar, atrás de filhos (38% do total), responsabilidades domésticas (24%), diferentes estilos de comunicação (22%), atividades relacionadas com lazer (21%) e trabalho (20%). Entretanto, o dinheiro foi o conflito mais problemático, recorrente e que ficou sem ter sido resolvido. Sem dúvida, o mesmo deve estar acontecendo no Brasil.

Em terceiro lugar, o volume de crédito, que já passou dos 40% do PIB, deve atingir os 60% no ano de 2010, despejando muito dinheiro caro. Na realidade, existe cada vez mais interesse dos bancos em ofertar crédito aos gêneros de primeira necessidade (como os de supermercados) do que aos tradicionais segmentos relacionados ao consumo por impulso (como eletrodomésticos). Esses segmentos já contam, inclusive, com o incentivo do próprio governo através da redução de tributos.

Em quarto lugar, os números dos cartões de plástico (débito, crédito e cartões de rede de loja) são surpreendentes. Segundo dados da Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços, é possível estimar que, até o final de 2009, a barreira dos 600 milhões de cartões será ultrapassada. Isso significa três cartões de plástico para cada cidadão.

Em quinto lugar, uma recente pesquisa da Associação de Executivos de Finanças mostrou que o 13º salário já está incorporado no orçamento doméstico dos 70 milhões de brasileiros (trabalhadores, aposentados e pensionistas). Quando ele chega, já está comprometido com contas atrasadas. Somente 1% dos brasileiros usa o montante para poupança e investimento.

Em último lugar, o brasileiro não percebe a importância de poupar e construir conhecimento sobre o dinheiro. Ao perguntar para qualquer cidadão se ele sabe lidar com o dinheiro, a resposta automática é “sim”. Mas, quando se questiona se ele consegue ficar sempre com dinheiro, “não” é a resposta. Como é possível alguém saber lidar com o dinheiro, se nunca consegue ficar com ele?

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Profissional do futuro: quais serão os talentos necessários?

As necessidades do mercado de trabalho estão em constante mudança. O que era bom até pouco tempo atrás, hoje vale muito pouco e amanhã valerá menos ainda. Habilidades que eram pouco requisitadas agora o são com uma frequencia cada vez maior.

Mas como se situar em face desse mercado mutante? Edson Rodriguez,consultor em Gestão de Pessoas e Orientação Profissional, coacher gerencial e Vice Presidente da Thomas Brasil, no responde que é Simples: investindo firme nas habilidades que o mercado buscará no futuro próximo ou que já está buscando agora. As empresas, de um modo geral, quando fazem seus mapeamentos de talentos visando planos estratégicos de sucessão para os próximos anos, tem buscado algumas competências comuns. Essas competências são:

Por Edson Rodriguez

1 – Auto Gerenciamento

2 – Comunicação Múltipla

3 – Negociação

4 – Adaptabilidade

5 – Educação Contínua

6 – Domínio da Tecnologia

7 – Foco nos Resultados


· Auto Gerenciamento

Significa a capacidade do indivíduo em se auto motivar, auto disciplinar, auto cobrar, auto avaliar, em suma, o indivíduo como um módulo, uma estação de trabalho completa, capaz de realizar coisas, projetos, tarefas, buscar soluções e identificar as formas de implementar essas soluções.

Alguns valores inerentes ao auto gerenciamento:

- Saber o que quer fazer profissionalmente e ir nessa direção. Não desistir;

- Estabelecer metas pessoais e saber conjugá-las com as metas de um grupo ou empresa, se necessário;

- Montar um planejamento eficaz sobre como atingir essas metas;

- Executar esse planejamento, avaliar os resultados, corrigir rumos e continuar o processo em um ciclo constante.


· Comunicação Múltipla

O mundo é uma aldeia global. Capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em inglês deve ser a primeira prioridade na área de línguas estrangeiras, salvo casos específicos.

Uma análise que deve ser feita com bastante cuidado: antes de sair para uma terceira língua, certificar-se de que o inglês está realmente bom. Por que? O mundo inteiro se comunica em inglês. Os outros países também tem essa mesma preocupação, por isso é que ressaltamos que em se tratando de outras línguas é fundamental avaliar bem o custo de aprendê-las versus o benefício que terá com isso.

Afinal, aprender uma língua nova requer esforço, tempo e dedicação. Mas como avaliar se o seu inglês é bom o suficiente? Simples: quando você consegue fechar negócios em inglês, quando seus interlocutores conversam com você naturalmente e nem se lembram que você não é nativo ou mal fazem menção a isso. Quando seu inglês estiver nesse nível, então você pode dizer que fala bem a língua. Não aceite nada menos que isso. Aí então, você deverá investir em uma terceira língua.

Outras formas de comunicação: explorar e conhecer. Informática, blogs, twitter, internet, intranet, processos e sistemas de informação e transmissão de dados. Como usuário, é importante conhecer o máximo e manter-se atualizado com todas as formas de comunicação.

· Negociação

Todo mundo está vendendo alguma coisa a alguém o tempo todo. Isso é cada vez mais verdadeiro e se aplica constantemente ao mercado de trabalho, em um número crescente de áreas ou funções profissionais. Por esse motivo você deve dedicar especial atenção às suas habilidades nesse campo. Uma forma de entender e avaliar esse tópico em seu perfil comportamental é refletir sobre os itens a seguir. O quanto você se encaixa em cada um? Qual o tipo de dificuldade que tem? Qual o tipo de vantagem que você tem?

Resumindo, capacidade de negociação significa:

- Saber apresentar ideias de modo claro e convincente;

- Saber argumentar positiva, franca e objetivamente;

- Saber ouvir e ponderar o que se ouve;

- Saber amarrar conclusões e pedir/cobrar/tomar uma decisão ao final de um processo de argumentação ou mesmo de venda;

- Saber ouvir e entender objeções. Em seguida, saber construir formas convincentes de superá-las.


· Adaptabilidade

Mudança é uma das duas grandes certezas da vida. As coisas mudam. Sempre. Por isso mesmo o profissional do futuro não deve apenas assumir uma posição de apenas aceitar as mudanças. Ele deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.

A capacidade de facilitar o processo de mudanças, quaisquer que sejam, para as pessoas à volta também é uma característica importante e uma habilidade a ser cultivada. Portanto, a linha de ação a seguir se traduz em buscar as mudanças, antecipar-se, procurar melhorar.

· Educação Contínua

A vida é um aprendizado constante e no mundo moderno isso se torna cada vez mais verdade. A cada ano e semestre, novidades tecnológicas se incorporam ao nosso dia a dia. Novas descobertas e processos mais eficazes de fazer as coisas aparecem a cada momento.

O que era um mistério ontem tem uma solução hoje e amanhã será apenas uma lembrança. Por isso, o processo de treinamento e desenvolvimento de um profissional de sucesso ocorre por toda a sua vida. Ele tem que estar constantemente se atualizando, buscando novos conhecimentos, novas abordagens. Nesse item, os valores a serem praticados são:

- Buscar aprimoramento contínuo;

- Identificar qual conhecimento adicional é importante e ir buscá-lo;

- Questionar-se constantemente, exercer a curiosidade profissional.


· Domínio da Tecnologia

Tecnologia faz diferença. Esse item tem uma relação estreita com os anteriores. Alguns valores importantes a serem praticados são:

- Buscar, usar e fomentar o uso de tecnologia de ponta, sempre que possível;

- Buscar condições para que seja possível usar tecnologia de ponta;

- Decretar sua própria obsolescência e partir para patamares mais altos de tecnologia, sempre que possível.


· Foco nos Resultados

Ao fim e ao cabo, são os resultados que interessam, desde que a ética seja respeitada. As pessoas são avaliadas por suas ações e pelo resultado delas. Essa é uma máxima muito verdadeira. Dois tópicos muito importantes para reflexão e análise:

- Identificar qual é o resultado que se busca;

- Reconhecer o que agrega valor em termos de custos/esforços e centrar-se nisso.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Rede social: como ferramenta de trabalho.

Estamos na era da Comunicação. Surge nesse contexto as redes sociais como um instrumento de trabalho visando o fortalecimento das relações pessoais e profissionais. " Quem não se comunica, se trumbica " (Chacrinha ).

Mais de 90% dos executivos de média e alta gerência utilizam redes sociais tanto como ferramenta de trabalho, quanto como um meio de comunicação pessoal. É o que aponta pesquisa realizada pela empresa de recrutamento especializado Robert Half.

Por Equipe InfoMoney - InfoMoney

O estudo realizado com 375 executivos de todo o País revela que 46% dos entrevistados utilizam sites de relacionamento para fins pessoais e 44%, para fins profissionais.

A prova de que os executivos têm consciência da importância das redes sociais para a vida profissional é que 80% deles usariam a internet para procurar emprego.

Empresas

Embora as redes sociais estejam se tornando cada vez mais importante para os profissionais, as empresas em que eles trabalham não possuem perfil em sites do gênero.

A pesquisa mostra que apenas 20% das empresas em que os executivos que foram entrevistados trabalham têm cadastro em site de relacionamento.

Internet

Confira, abaixo, algumas dicas para uso da internet no trabalho, para que ela não prejudique o seu desempenho:
Foque no seu objetivo
Encontre a melhor forma de conduzir o seu ritmo de trabalho e gerencie suas tarefas.

Concentre-se em suas atividades
Antes de recorrer à internet, liste quais as informações necessárias, para facilitar sua busca. Concentre-se na tarefa e não se disperse.

Use a tecnologia a seu favor
Utilize os recursos disponíveis a seu favor. A internet pode ajudar muito o seu trabalho. A informação é fundamental..

De olho na rotina
Estabeleça uma rotina e destaque alguns horários do seu dia para os assuntos pessoais. Cabe a você respeitar as regras e, a partir delas, criar a sua rotina, dedicando-se ao trabalho e entregando-se à dispersão no momento certo.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Alcance suas metas profissionais e pessoais com o auxilio do "Coach".

Encontrei essa matéria bacana, bem simples e que busca mostrar de forma direta o que é como é o processo de coaching. Além das técnicas do coaching formal, a diferença do Insistimento se mostra em dois outros aspectos: o primeiro diz respeito à técnica de valorização dos talentos inatos do ser humano e o segundo à capacidade empreendedora que existe dentro de cada um. Vale a pena ler a matéria para saber mais e se interessar, buscar mais informações, boa leitura....

Matéria extraída do portal Terra Mulher
Por Rosana Ferreira


Não é consultoria nem terapia. Coaching é uma atividade especializada em ajudar as pessoas a atingir seus objetivos por meio de um trabalho que envolve profunda reflexão sobre a sua vida e que pode ser utilizada no âmbito pessoal e profissional. Por isso, é fundamental saber como escolher um coach, ou seja, o profissional que aplica o coaching.

"Não adianta ter anos de consultoria ou psicologia. É preciso ser formado em 'coaching'", avisa Sulivan França, presidente da Sociedade Latino-Americana de Coaching (SLAC). Portanto, a formação é a primeira característica que o candidato a coachee (cliente que passa pelo processo de coaching) deve prestar atenção. Saiba as atribuições do coach antes de contratar "para não levar gato por lebre":
O coach precisa saber ouvir sem pré-julgamento.
Não pode achar que a meta do cliente é muito alta.
Nunca aconselha. "O bom coach não diz o que o cliente tem de fazer. Ele é um perguntador profissional: se houver intervenções, é exatamente para isso. Se ele disser o que você tem de fazer, desconfie", diz Sulivan.
Não promete resultado que não possa ser atingido.
Mantém sigilo absoluto sobre tudo que acontece na sessão.
Estabelece junto com o cliente um objetivo.
Investiga as possíveis dificuldades para buscar o objetivo traçado.
Ajuda a entender a importância da sinergia entre objetivo e dificuldades.
Junto com o cliente constrói um plano de ação.
Desenvolve habilidades para atingir o objetivo.
Auxilia na desconstrução das dificuldades.
Se não se sentir capaz, deve indicar outro profissional. Segundo Sulivan, não é aconselhável fazer coaching com cônjuge, filho ou pessoas cuja relação é íntima.
Casos clínicos devem ser encaminhados para um profissional da área. "Não é possível fazer coaching para parar de beber, por exemplo", explica Sulivan.
É recomendável que o coach seja credenciado a alguma entidade da área.
O que é feito
Coaching vem da palavra inglesa coach, que significa carruagem. Nesse contexto, transmite a idéia de transportar. Ou seja, o coaching treina e ajuda as pessoas a se dedicarem e a cumprirem com entusiasmo seus objetivos, saindo de um estado para alcançar outro desejado.

A coach Jaqueline Weigel, São Paulo, explica que esse processo é baseado na premissa de que o ser humano tem de dentro si todas as respostas. "E uma pessoa de fora pode estimular isso", explica.

Para isso, é usada uma metodologia pragmática, com várias técnicas. "Com perguntas, o coach vai percebendo o que dificulta chegar à meta e trabalha o autoconhecimento do cliente", explica. Esse trabalho pode ser feito por telefone ou qualquer via que tenha um canal de voz. Mas esqueça email e MSN.

Quando aplicar
Como o coaching é baseado em ações e desenvolvimento de competências de comportamento, o coach faz sessões individuais ou em pequenos grupos para conduzir o coachee a respostas significativas e ações que permitam atingir suas metas. O coaching é usado nas seguintes situações corporativas:
Transição de carreira.
Liderar com mais eficiência.
Melhorar o relacionamento interpessoal.
Em período de sucesso e estabilidade para concretizar metas.
Em período de tédio, marasmo e desencanto.
Minimetas
Segundo Sulivan, é comum o coaching dividir o processo em metas menores (minimetas) para se alcançar a maior. "As pessoas desistem de seus objetivos porque eles ficam muito longe. O coach faz uma departamentalização do que o cliente tem de fazer para chegar lá. Por exemplo, um cliente quer trabalhar em determinada empresa, que exige MBA e dois cursos específicos. Ele tem MBA e faltam os outros dois itens. O coach propõe realizar os cursos, mas o cliente não tem verba no momento. Com isso, começam a minimetas: conseguir dinheiro para fazer os cursos. A partir disso, os dois traçam um plano para levantar o dinheiro, como economizar. E assim por diante, até chegar ao objetivo final. Isso dá mais estímulo, pois o coachee começa a ver os resultados nas primeiras semanas", diz ele.

Como o processo está focado no autoconhecimento, muitas vezes o cliente muda seus objetivos no meio do processo. "Como foi o caso de um diretor que fez coaching para chegar a presidente da empresa em que trabalhava. No meio do caminho percebeu que não queria mais o cargo porque valorizava demais o contato com as pessoas. Sendo presidente, ele não poderia mais fazer um happy hour com os funcionários, por exemplo. Isso era importante para ele. Então trabalhamos sua meta em ter um bom desempenho como diretor", conta Sulivan.

Coaching de vida
Também chamado de life coaching, esse processo individual encoraja o coachee a ir além de seus limites estabelecidos, realizar seu potencial total e viver da forma mais satisfatória possível. Segundo Jaqueline, o coaching de vida trabalha com um problema pontual: ansiedade, dificuldades de relacionamento, troca de carro, busca de bem-estar e mudança de estilo de vida, entre outros aspectos da vida pessoal. "O objetivo é fazer com que a pessoa busque o seu potencial inteiro e crie um estilo de vida verdadeiro."

Exemplo prático
No âmbito pessoal, Jaqueline se lembra do caso de uma mulher que tinha dificuldades em lidar com dinheiro - não conseguia gastar menos do que ganhava, não sabia planejar. Com o processo de coaching veio à tona o grande fator causador do problema: a falta de identidade profissional. "Ela estudava Nutrição e trabalhava numa clínica especializada no assunto, mas não se sentia parte daquilo, pois estava insegura quanto às escolhas profissionais. Portanto, em quatro meses, descobriu que o problema não tinha nada a ver com a questão inicial - a dificuldade com dinheiro - e se resolveu profissionalmente."







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O que é mais importante: experiência ou títulos acadêmicos?


Por Equipe InfoMoney - InfoMoney


"Há habilidades que não se aprendem na escola. Os jovens precisam ter contato com profissionais que estejam no mercado, ouvi-los e conhecer sua experiência", ressaltou Gehringer.

Especialização

De acordo com o consultor, o crescimento do número de faculdades facilitou o acesso das pessoas ao Ensino Superior. Esta popularização da graduação fez com que os estudantes buscassem ampliar seus conhecimentos, por meio da pós-graduação e do mestrado. Porém, ele ressaltou que "uma tonelada de estudos não compensa um quilo de experiência".

Outro ponto ressaltado por ele é o aumento da exigência das empresas na qualificação dos profissionais na hora do preenchimento das vagas.

Exemplo disso é a contratação de caixas de banco. Na década de 1970, eles deveriam ter como pré-requisito somente o Ensino Fundamental, enquanto hoje é exigido curso superior completo e conhecimentos de inglês e informática.

Estágios

A maneira mais fácil de o jovem ganhar experiência no mercado de trabalho é por meio do estágio. "Esse aprendizado é vital para o desenvolvimento das pessoas, empresas e do País", afirmou o diretor-geral do IEL (Instituto Euvaldo Lodi), Paulo Afonso Ferreira.

Para o jornalista Gilberto Dimenstein, os estagiários são responsáveis por manter as companhias aprendendo continuamente.

"O estágio não é um favor do empresário para o estudante. Muito pelo contrário: são os alunos que prestam um favor para a empresa", explicou, segundo a Agência CNI.








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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Água com sede de água.

Nos últimos 50anos a população mundial passou de 2,5 bilhões de pessoas para 6,1 bilhões. Estima-se que até 2050 nosso planeta tenha entre 9 e 11 bilhões de habitantes. Com este crescimento populacional, cresce também a demanda por alimentos, por energia, água e recursos minerais, aumentando também a poluição e a degradação ambiental.Atualmente a proporção de área cultivada por pessoa caiu de 0,24ha/pessoa em 1950 para 0,12ha/pessoa em 2000. Calcula-se que em 2050 a proporção será de 0,08ha/pessoa. A terra agriculturável é cada vez mais escassa e a biotecnologia já provou não ser eficiente no aumento da produtividade. Dentro deste contexto, nos resta uma grande esperança nos oceanos e nos mares. Dois terços da superfície do planeta estão cobertos por águas salgadas, caracterizando-se como uma fonte importantíssima de riquezas, de energia e principalmente, de alimentos. Se forem explorados de maneira sustentável, os oceanos e os mares podem contribuir em muito com a solução de nossos principais problemas.

Todos os anos são capturados no mundo cerca de 90 milhões de toneladas de peixes, que além de gerar renda para milhares de famílias de pescadores e de comerciantes, ainda ajudam a amenizar a fome e a melhorar a dieta de muitos. Os oceanos também ajudam a estabilizar o clima mundial, são fonte de água potável, após tratamento especial, em muitos países onde a água doce é escassa, e também são considerados uma importante fonte alternativa de energia elétrica e de combustíveis fósseis. Trinta por cento da produção mundial de petróleo provém dos mares, sendo que o Brasil é líder mundial na exploração em grandes profundidades. O transporte marítimo é responsável hoje por oitenta por cento do comércio mundial.

Com todos estes argumentos, fica fácil perceber que a vida e o futuro na Terra dependem também da utilização correta dos mares e dos oceanos, porém, não estamos tomando todos os cuidados que deveríamos. O litoral brasileiro, por exemplo, é famoso por bons e maus motivos. Com suas praias exuberantes e seus portos indispensáveis para o escoamento de nossos produtos, também enfrenta o despejo de esgotos de cidades inteiras além da falta de consciência de muitos turistas e empresas que colaboram diretamente no aumento da poluição. Acidentes com petroleiros também tem colocado em risco nossas águas salgadas. Exemplo disso foram os dois petroleiros, o Erika, ao largo da costa de França, e o Prestige, ao largo da costa da Galiza, que juntos causaram um dos mais graves acidentes ambientais da história.

Alguns poucos homens, na ganância de satisfazer seus desejos capitalistas, já destruíram grande parte dos ambientes naturais de nossos continentes, colocando em risco todos os demais seres humanos, agora, estão acabando com os Oceanos, antes mesmo que possamos conhecê-los melhor. Precisamos fazer algo imediatamente, pois é o nosso futuro e o de todas as formas de vida que está em jogo.

Cristiano Pereira

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Desperte o seu espiríto criativo!

Para inspirar-se, Thomas Edson se assentava em uma cadeira e cochilava. Mas antes segurava em sua mão direita uma bolinha de metal. Logo abaixo—no chão—colocava uma panela. Quando começava a cair no sono, sua mão se abria e a bolinha caia dentro da panela. O barulho o despertava, e Edison, então, chegava ao estado de desperto já com a solução do problema que o afligia ou com ideias para mais uma de suas maravilhosas invenções. Ele se entregava às suas criações com humildade, pois se confundia com o seu trabalho. Tinha plena consciência de que era apenas um canal de comunicação entre o Divino e o humano.
Os grandes gênios foram pessoas de extrema humildade. Albert Einstein vivia uma vida de monge, pois era do silêncio que retirava inspiração para sua extraordinária criatividade.
O espírito criativo é estimulado pela intenção altruísta. É importante que a intenção seja a do serviço ao semelhante e não apenas um capricho do ego. O serviço ao semelhante deve preceder qualquer vã ilusão de um ego inflado. Portanto, antes de iniciar seu projeto pessoal ou empresarial, certifique-se de sua transcendência, isto é, de sua utilidade ao todo. Projetos sustentáveis e de qualidade não se baseiam primordialmente no dinheiro, mas no benefício que levarão à sua comunidade, ao seu país e ao mundo.
Quanto mais claro isso está para o criador, mais motivado ficará a entregar-se a ele, isto é, começá-lo, sustentá-lo e concluí-lo. Para que nossos projetos tenham começo, meio e fim é preciso que sejam inspirados por três forças absolutamente invencíveis. Esses mananciais de poder estão contidos em três palavras: otimismo, motivação e entusiasmo. Otimismo: Se baseia na essência daquilo que temos em mente. Qual será o alcance de nosso projeto pessoal ou empresarial? Qual é o benefício que oferece? Quantas pessoas irá beneficiar? Onde? Por quanto tempo? Você tem isso bem claro em sua mente? Você consegue ver o sorriso no rosto das pessoas beneficiadas pelo seu projeto?
Motivação: Para se motivar a colocar a mão na massa e mantê-la lá é importante que seu projeto não se restrinja a beneficiar apenas a uma pessoa: você. No final, quanto maior for o número de pessoas contempladas com a sua ação, maior será a sua recompensa. A motivação plena e sustentável somente ocorre quando o objetivo da sua iniciativa não está restrito só à sua pessoa, ao seu ego. Entusiasmo: Mantém você trabalhando quando os inimigos constroem barreiras à sua frente. Sim, os inimigos invisíveis criam impedimentos praticamente intransponíveis à nossa frente. Para vencê-los é preciso ter toneladas de entusiasmo. Quem são esses inimigos? O medo, a insegurança, o pessimismo, o desânimo, a tristeza, a raiva, o rancor, o ódio. Só o entusiasmo poderá dar conta desse lixo mental.
Lembre-se: entusiasmo quer dizer, literalmente, possuído por Deus. "Se Deus é por nós, quem será contra?".
O ser entusiasmado é o que está mais próximo de Deus. Mozart só poderia ter composto sua música inebriante se estivesse tomado pelo entusiasmo, totalmente entregue à sua criação. Se estivesse pensando no que iria ganhar com aquilo, talvez travasse. Mas ele se atirou por inteiro à partitura e plasmou o que lhe foi ditado pelo Divino Compositor.
Experimente seguir essa trilha composta de otimismo, motivação e entusiasmo e veja, por si mesmo, se funciona. Se esqueça, se abandone e se entregue ao sonho de sua vida. Esse abandono o ligará ao Grande Campo de Todas as Possibilidades e lá você beberá direto da Fonte. Irá manifestar no mundo das coisas o melhor de você.


Sucesso,

Cristiano Pereira








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O seu colaborador está motivado?

Meu pensamento sobre a vida é: Se você perder a motivação, aos poucos perde tudo!
O ser humano pode escolher na vida entre ficar onde está, sem evoluir um único centímetro ou ir em busca de suas conquistas e alcançar objetivos pessoais e profissionais. Para alguns, isso é chamado de “livre arbítrio”, para outros “arregaçar as mangas e correr contra o tempo”. Não importa que denominação receba a força que move as pessoas. A motivação é algo que se alimenta do interior de cada indivíduo, e cabe a cada um fazer o seu papel.
Por outro lado, vale lembrar que no campo organizacional, as empresas também possuem uma importante parcela de colaboração para motivar os profissionais.
A questão em si não é o quanto investir, mas que ações realmente fazem os indivíduos sentirem-se parte da realidade corporativa e não apenas serem meros espectadores.
O ser humano é motivado por natureza, vindo de uma fusão de equipe, o pai e a mãe, cada um entrando com 23 cromossomos e nessa fusão acontece uma verdadeira explosão de 300 bilhões de genes. Nasce aí o ser mais motivado do mundo, vencendo uma concorrência em genes equivalente a quase 50 populações do planeta Terra. O ser humano nasce, cresce e vive num ambiente global e competitivo onde uns tem mais sucesso que outros. É a competição da vida. Alguns são até mais felizes que outros. Assim, no universo corporativo, penso que o que vai definir o resultado é essa junção das duas situações, ou seja, da parte da empresa, criar mecanismos que trabalhem o estímulo das pessoas e da parte dos funcionários entenderem que eles podem buscar suas diferenças, buscando conhecimento. É isso que constrói uma carreira de sucesso no mercado.
Conhecimento destrói incertezas. Conhecimento com motivação constrói resultados.
A pergunta que se faz é: Como trabalhar a motivação? O líder deve saber trabalhar com dois modelos. Em primeiro lugar, perceber que ele estará diante de pessoas e estas são na sua essência muito diferentes, com reações e perfis diferentes. O que fazer? Saber aceitar as diferenças individuais e ao mesmo tempo trabalhar o potencial de cada um. Em segundo lugar, reconhecer o que a maioria de todas as lideranças no mundo reconhece, isto é, entender que o grande desafio para se atingir metas e objetivos passa por uma equipe motivada. Não se pode construir uma empresa 100% em excelência e resultados com uma equipe 50% em comprometimento com metas, qualidade ou na aceitação dos desafios.

Pensem nisso! Um forte abraço.

Cristiano Pereira

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Oneomaniácos: gastadores compulsivos.

Quando o dinheiro é sinônimo de felicidade e a falta dele se traduz em desamparo e falta de amor, a vida fica realmente trágica. Muitos são os motivos que levam uma pessoa a comprar: a necessidade, a diversão, os modismos, a importância, o status e o apelo mercadológico do comércio. Mas há quem consuma pelo simples prazer de comprar, de adquirir alguma coisa independente da sua utilidade ou significado.
O ato de comprar indiscriminadamente é uma doença chamada oneomania, que atinge as pessoas caracterizadas como compradoras compulsivas. A oneomania é um distúrbio bastante controvertido do ponto de vista psiquiátrico e psicológico.
Alguns especialistas consideram a oneomania uma doença obsessiva-compulsiva. Nesse caso, a pessoa teria outros comportamentos compulsivos característicos, além de comprar – como contar objetos sem conseguir parar, por exemplo. No caso desses sintomas estarem ausentes, a oneomania é considerada um distúrbio no controle dos impulsos.
Oneomania atinge principalmente as mulheres. Segundo o neuropsicólogo Daniel Fuentes, coordenador de Ensino e Pesquisa do Ambulatório do Jogo Patológico e Outros Transtornos do Impulso (AMJO), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, a proporção é de quatro mulheres para cada homem com a doença.
Os especialistas ainda não sabem precisamente o porquê de a oneomania ser mais comum em mulheres, mas acreditam que o motivo está diretamente relacionado a condições culturais. Os fatores que levam a doença a afetar principalmente as mulheres são objeto de estudo da equipe do AMJO.
Para Fuentes, a doença pode estar associada a transtornos do humor e de ansiedade, dependência de substâncias psicoativas (álcool, tóxicos ou medicamentos), transtornos alimentares (bulimia, anorexia) e de controles de impulsos.A oneomania também emerge para aliviar sentimentos de grande frustração, vazio e depressão. É um desejo de possuir, de ter poder, que fica reprimido. Ao não conseguir dar vazão ao seu desejo, a pessoa sofre uma enorme pressão interna que a leva à necessidade de possuir coisas novas como única forma de prazer, explica a psicóloga Denise Gimenez Ramos, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP. Os oneomaníacos têm o consumo como vício, assim como um alcoólatra que necessita da bebida. Enquanto está comprando, a pessoa sente alívio e prazer dos sintomas, que passado um tempo voltam rapidamente. O efeito do ato de comprar é semelhante ao de tomar uma droga.
Existe um grupo o D.A ( Devedores Anônimos), que atua nos moldes do AA (alcoólatras Anônimos), que ajuda muito as pessoas com essa compulsão: os Devedores Anônimos. O trecho abaixo foi retirado do site deles, que pode ser acessado em http://devedoresanonimos.awardspace.com/
“Nós descobrimos que é uma doença que nunca melhora, somente piora, com o passar do tempo. É uma doença progressiva em sua natureza, que não pode jamais ser curada, mas pode ser detida.”
“Antes de chegar ao Grupo de D.A., muitos devedores compulsivos se achavam pessoas irresponsáveis, moralmente fracas, ou as vezes, simplesmente “Más”. O conceito do D.A. é o de que o devedor compulsivo é uma pessoa realmente doente que pode se recuperar caso ele ou ela siga, com toda sinceridade, um programa simples, que já provou ser um sucesso para outros homens e mulheres com um problema similar.”
“Como devedores compulsivos, nós nos enquadramos em padrões de gastos que não satisfazem nossas necessidades reais. Alguns de nós temos deixado de pagar cronicamente nossas contas e dividas, mesmo quando nós tínhamos o dinheiro para pagá-las. Ou nós temos feito pagamentos fielmente para 01 ou 02 credores e negligenciado os outros. Alguns de nós têm simplesmente ignorado nossas dívidas por algum tempo, na esperança de que, de alguma maneira, elas possam ser pagas milagrosamente. Alguns de nós têm sido gastadores compulsivos, comprando coisas de que não necessitamos, e nem queremos. Quando nós nos sentimos carentes, ou que, algo está faltando nós esbanjamos dinheiro em algo que não podemos pagar. Nós gastamos compulsivamente, entramos em dívidas, nos sentimos culpados, prometemos que nunca faremos isto de novo, e apenas repetimos o mesmo ciclo na próxima vez que o sentimento de “não sermos suficiente” aflore. tendo gasto além da conta, nós freqüentemente não tínhamos nada para mostrar no que gastamos, e ficamos nos perguntando para onde foi todo aquele dinheiro. Alguns gastadores compulsivos não estão realmente endividados, mas mesmo assim, são bem vindos ao D.A. O único requisito para ser membro do D.A., é o desejo de evitar fazer dívidas sem hipoteca(garantia).”
“Alguns de nós têm se tornado empobrecidos compulsivos, permitindo-nos ficar freqüentemente sem dinheiro, batalhando de uma crise financeira para outra. Há ainda alguns de nós que acham quase impossível gastar dinheiro consigo mesmos. A televisão estraga e fica estragada, aquele par de sapatos, pronto para ser aposentado, é obrigado a rodar mais um ano ainda, e até problemas de saúde e dentários não são cuidados.”
“Esta doença afetou nossa visão de nós mesmos e do mundo à nossa volta. Ela nos levou a acreditar que não éramos “suficientes” – em casa, no trabalho, em situações sociais, em relacionamentos amorosos. Ela também nos levou a crer que não há o suficiente no mundo lá fora para nós. Esta doença criou uma sensação de pobreza em tudo o que fazíamos e víamos. Em reação a isso, nós nos recolhíamos para um mundo de fantasias, ficávamos preocupados com dinheiro, e evitávamos responsabilidades.”
“Quando nós participamos da nossa primeira reunião de D.A., nós estávamos perdidos, por muitas perdas: perda de salário, que havia sido engolido por dívidas e por gastos compulsivos; perda de fé; perda de respeito próprio e paz de consciência; perda de amizades; e algumas vezes de saúde, emprego e família. Muitos de nós buscamos ajuda de vários indivíduos ou organizações, mas sempre acabávamos nos sentido como se ninguém entendesse nosso problema. Nossa solidão fez com que nos recolhêssemos mais e mais em nós mesmos. Nós perdemos a vitalidade e o interesse na vida. Nós não podíamos trabalhar ou cuidar de nós mesmos ou de nossos entes queridos apropriadamente. Alguns de nós achamos que estávamos ficando loucos e outros chegaram a contemplar o suicídio. Esse senso de desespero, ou “chegar ao fundo do poço”, foi nosso primeiro passo em Devedores Anônimos. Nós vimos que nossas tentativas de esquematizar e manipular nossas vidas nunca funcionaram. Nós admitimos que éramos impotentes perante as dívidas. Nós estávamos prontos para pedir ajuda.”
Com tanto depoimentos pessoais sobre a oneomania, concluirmos que o essencial para o controle desta doença é a organização financeira. Saber quanto se ganha e quanto se gasta é a chave para o controle. Existem tratamentos através de terapia para os “oneomaniácos “ A Terapia Biográfica”, uma Psicoterapia baseada na Antroposofia, é uma técnica que pode auxiliar muito as pessoas que sofrem desta compulsão, permitindo que as pessoas consigam entender e modificar seus padrões de comportamento.
A Terapia Biográfica é aplicada de diversas formas, em diferentes situações. Os encontros biográficos, que duram quatro dias, são oportunidades de rever toda a história de forma panorâmica, como se você estivesse olhando do alto de uma montanha para a sua vida. Dessa experiência pode-se separar o que é essencial do que é acessório. Esta visão panorâmica é apoiada por atividades artísticas, como a aquarela, em que muito se diz sem palavras. O momento final é dedicado a estabelecer o seu próprio programa de metas de mudanças que você deseja para sua vida, baseado exclusivamente no que você viu nesse panorama. É uma oportunidade de dirigir nosso olhar para a nossa própria história por quatro dias inteiros. Pessoas que participam dos panoramas biográficos saem muito motivadas e obtêm uma clareza bem maior do que é preciso mudar, pois enxergam o que é essencial nas suas vidas.

Sucesso e felicidades aos amigos leitores,

Cristiano Pereira





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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Como utilizar o seu 13°?

O trabalhador está contando os dias para receber o 13º salário. Quem não quer esperar pelo pagamento das parcelas tem a opção de pegar com os bancos o adiantamento do dinheiro.Mas será que esse é um bom negócio para o trabalhador? Antecipar o 13º vale a pena?

Segundo economistas, só se for para pagar uma dívida com juros maiores, como cheque especial e cartão de crédito. "Em geral o crédito rotativo cobra juros de 10% ao mês, 11 % ao mês, então sem dúvida alguma, qualquer outro empréstimo com juros menores para quitar esse crédito rotativo do cartão de credito é altamente benéfico".Então nesse caso você está fazendo o melhor negócio quitando um empréstimo, ou quitando faturas de cartões adiantando seu 13° sálario. Mas pegar o dinheiro antes para gastar é um erro. Fique de olho na taxa cobrada pelos bancos. Ela pode parecer pequena, mas quando se faz as contas direitinho, na ponta do lápis vem à surpresa. Quem antecipa R$ 1.000 do 13º agora em setembro a juros de 2% ao mês, perde cerca de R$ 60. Pouco? Não é não. Se os mesmos R$ 1.000 estivessem aplicados na poupança seria necessário um ano inteiro de rendimentos para conseguir o mesmo valor. Além do dinheiro que se perde de imediato com os juros, é preciso lembrar que lá no fim do ano ele pode fazer falta. "Pode-se entrar num circulo vicioso. Eu acabo comprando com pagamentos futuros, cheques pré-datados e isso cai num período onde, as pessoas tem muitos compromissos que é o primeiro semestre do ano".

Por isso amigos leitores Pensem Nisso!!!
Um abraço Cristiano Pereira


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